Falei que iria voltar logo depois do primeiro dia de aula, mas acabei me ocupando com outras coisas (leia-se: preguiça). Depois de certos acontecimentos, acho que o melhor que eu tenho a fazer é vir aqui e escrever a minha visão sobre as coisas, ou melhor, tentar entendê-las. Vou começar falando sobre a faculdade e ao longo do post irei escrever o que estava/está acontecendo.
“Estava certa!” – essa foi a primeira coisa que eu pensei depois de algumas horas dentro do IBMEC. Saber que você fez a escolha certa é uma das melhores sensações que alguém pode sentir. O que de fato me surpreendeu foram as pessoas. Acreditava que estaria em uma sala repleta de pessoas com as mesmas idéias e visões que eu – mas em alguma hora eu teria que estar enganada. Pessoas totalmente diferentes. I mean, totalmente. Entretanto, é claro que eu me identifiquei com algumas logo de cara e a cada dia me vejo nelas mais um pouco. E eu gosto disso, de verdade. Óbvio que um grupinho se formaria ao decorrer das semanas, só não esperava que fosse tão rápido. Bem, no início tudo são flores, todo mundo é amigo de todo mundo, todo mundo é lindo… e em seguida as diferenças começam a entrar em conflito. Aquela pessoa que você adorava já não é mais o que você pensava e aquela outra que você não gostava, começa a ser insuportável (ignorar as pessoas é uma arte).
As festas começaram, todo mundo super animado com os novos amigos… não falei ainda sobre atração física, né? Mas precisava?! É lógico que isso iria acontecer, mas é história pra outro post ou pra esse mesmo, depende de como esse irá ficar. Enfim, me diverti bastante. Nos conhecemos mais, descobrimos gostos em comum e alguns foram ficando mais amigos e se identificando cada vez mais. Entrei na faculdade meio perdida em relação ao que eu estava sentindo. Quer dizer, me decepcionei e não estava me sentindo segura pra começar algo novo. Porém, fui percebendo que eu não sentia mais falta e não lembrava mais do que tinha acontecido. “Por que não?” me fiz essa pergunta diversas vezes e decidi apostar pra ver o que iria acontecer. A sensação de ter feito a escolha certa de novo estava vindo… quer dizer, não que eu tenha feito “uma escolha” de fato. As coisas simplesmente foram acontecendo e eu fui seguindo o fluxo. Mas confesso que eu não esperava, juro. Certas frases demonstravam tudo e isso fez com que as coisas fossem acontecendo mais rápido. Até que aconteceu. Não sei se foi de uma maneira precipitada ou se tinha que acontecer. Só sei que não me arrependo. Mas confesso que ainda tinha/tenho medo. Porém, acho que eu não era a única que estava sentindo “esse tal medo”, essa insegurança. As coisas não estavam totalmente claras e isso fez com que os primeiros (e últimos?) problemas fossem acontecendo, o que levou a esse… “nada”. Não evolui nem volta pra trás, estagnou. Isso me fez com que eu pensasse no que tinha acontecido comigo antes. Será que as pessoas estão com medo de tentar fazer com que as coisas continuem? De tentar algo novo? Eu me sinto totalmente preparada, mas não sei se consigo fazer com que as pessoas percebam isso. Eu quero tentar, quero mesmo. “If not now then when?” – essa frase diz tudo. Se não for agora, quando vai ser? Sempre me disseram que temos que aproveitar as chances que nos são dadas e seguir em frente. Ao longo do tempo eu fui aprendendo a não desistir, tentar o máximo que eu posso. Meu principal objetivo sempre é fazer com que as coisas dêem certo… pelo menos uma vez.
“I’ll wait.”